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Leia matéria publicada na Folha de S. Paulo nesta sexta-feira, 03/10/2008.

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Ivan Valente fez a saudação final alertando aos eleitores para não votarem baseados em pesquisa; segundo Valente, as outras candidaturas não demonstram coerência e apresentam o mesmo projeto político

da Redação do site www.ivanvalente50.com.br

No encerramento do debate da Rede Record – que atingiu 13 pontos de audiência – Ivan Valente, da coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo (PSOL/PSTU) chamou a população a votar num projeto político e não levar em conta apenas aquilo que aponta as pesquisas. “Não levem em conta as pesquisas. Eleição não é para escolher competidor, eleição é para escolher projeto político. São Paulo merece uma escolha coerente, transparente, ética e com mudança social”, afirmou.

Segundo Valente, os candidatos mantiveram o debate na pancadaria e na superficialidade, quando na verdade não revelam que estão na defesa de um mesmo projeto. “PT e PSDB estão unidos em 20% das cidades brasileiras, até o partido da Soninha que se diz de esquerda, apóia a candidatura do Kassab, que é da direita e oriundo da ditadura militar. Não há coerência e ideais”, disse Valente.

“Nossa campanha é diferente. Feita com trabalho voluntário e consciente da nossa militância política, não por marqueteiros. É uma campanha que tem idenpendência política. Somos parte da única candidatura que se assume socialista e por isso queremos uma São Paulo solidária e participativa”, conclui.

CENAS DO DEBATE

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Ivan Valente antes de começar o debate da TV Record

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Os candidatos Ivan Valente (PSOL) e Renato Reichman (PMN), que faz sua revisão final

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O candidato Ivan Valente (PSOL) observa, enquanto Gilberto Kassab (DEM) responde à pergunta

Segundo Valente é preciso implementar o SUS e acabar com o repasse de recursos públicos à iniciativa privada; no 3º bloco ele também falou sobre financiamento de campanha, reafirmando que sua candidatura só recebe dinheiro de pessoas físicas para manter independência política e econômica

da Redação do site www.ivanvalente50.com.br

Na abertura do 3º Bloco do debate da TV Record, realizado entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, o candidato Ivan Valente foi questionado pela jornalista Cristina Lemos, que perguntou o que muda de fato em São Paulo, com a proposta de implementação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ivan Valente iniciou sua fala denunciando o fato de o sistema de saúde municipal ter passado por um processo de desmonte nas últimas gestões. Segundo Valente, é preciso implementar o próprio SUS, tendo em vista que, as últimas administrações privatizaram o sistema de saúde, transferindo recursos públicos à iniciativa privada.

“É um atentado aos direitos à saúde pública em São Paulo. Rigorosamente, a parceria com empresas devem ser feitas de forma complementar, para pesquisa e atendimento de complexidade, e não para transferir recursos públicos para iniciativa privada”, disse Valente.

O sistema de saúde pública precisa ser assumido pela municipalidade. Segundo o candidato da coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo, vários hospitais estão superlotados, e ao invés de se procurar soluções para melhor atender ao cidadão, o que se faz é transferir recursos para iniciativa privada.

Na réplica Paulo Maluf – escolhido pela jornalista para comentar a resposta de Valente – comparou o plano de saúde privado, bancados pelas empresas para atender aos funcionários, ao seu projeto de transferência de recursos a iniciativa privada o PAS. E interpelou Valente, afirmando que ele não teria experiências em administrações para falar como se deve ou não administrar São Paulo.

“Você não pode usar a sua experiência para fazer o mal para a população. Saúde não é negócio, não é mercadoria. O que foi feito na sua gestão, foi deixar milhares de médicos encostados nas secretarias de transporte e educação, esperando até chegar o governo Pitta para poder volta ao trabalho”, concluiu Valente.

Financiamento

Ainda no 3º Bloco, Ivan Valente, foi escolhido para comentar a resposta de Renato Reichman (PMN) sobre financiamento de campanha. A jornalista Adriana Araújo perguntou de onde vai sai o dinheiro que financia a campanha dele. Na sua resposta, Reichman disse que mais importante do que falar de onde sai o dinheiro é dizer o que se faz com ele.

No comentário Valente, aproveitou para reafirmar que sua candidatura foi a única que explicitou os doadores de campanha, antes das eleições, e independentemente do prazo previsto pelo Tribunal Regional Eleitoral (TER). Valente aproveitou para citar a campanha feita pelo programa CBN São Paulo, da Rádio CBN, de questionar os candidatos sobre os doadores de campanha.

“Quero deixar claro, mais uma vez, que quem financia nossa campanha são professores e intelectuais de esquerda, com Mauricio Segall, Celso Antônio Bandeira de Melo, entre outros. E que nossa campanha só recebe dinheiro de pessoas físicas. Não recebemos dinheiro de bancos ou de empreiteiras. Pois entendemos que o financiamento privado de campanha gera dependência econômica e política”, conclui Valente.

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Candidatos no 3º Bloco do Debate da TV Record

Questionado pelo candidato Ciro Moura sobre sua “posição estatizante”, Ivan Valente chamou de irresponsáveis os canditados que querem deixar a saúde nas mãos do mercado.

da Redação do site www.ivanvalente50.com.br

Ao final do segundo bloco do debate, Ivan Valente foi questionado pelo candidato Ciro Moura sobre sua “posição estatizante”. O candidato do PSOL agradeceu à pergunta:

“Acho excelente oportunidade essa para podermos desmistificar o que foi para a saúde, por exemplo, o PAS e desmonte do SUS, além das propostas de parcerias público-privadas que têm sido feitas”. Valente lembrou que hoje estas parcerias privadas representam 35% dos atendimentos no setor e retomou sua proposta de implementação do SUS. Para ele, é preciso que seja cumprida a lei 8080, nada menos que a Constituição Federal.

O candidato do PSOL também questionou o programa de governo de Ciro Moura:

“É um delírio. Rigorosamente eu não posso pedir ao cidadão que vá no melhor hospital e dizer que a prefeitura pagará a conta. Você está sendo irresponsável”.

E completou: “Ouvindo o Ciro acho que ele quer entregar o povo para a sanha assassina do mercado, seja na saúde ou na educação”, disse Valente. Coerente, o candidato do PSOL reafirmou que existe uma dívida pública imoral, que precisa ser auditada e suspensa. “Temos que cobrar os devedores e aí há dinheiro para saúde, educação moradia”, concluiu.

Veja as propostas para a saúde do Programa de Governo do PSOL/PSTU.

No primeiro bloco do debate, Ivan Valente afirmou que a solução para o transporte da cidade é a construção de transporte sobre trilhos (metrô e trem)

da Redação do site www.ivanvalente50.com.br

No primeiro bloco do debate entre candidatos a prefeito da cidade de São Paulo, o candidato da Coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo (PSOL-PSTU), Ivan Valente, afirmou que a solução para o transporte da cidade é a construção de transporte sobre trilhos, como metrô e trem, e criticou a políticas das últimas gestões, que atendem a interesses de poucos ao subsidiar a indústria automobilística em lugar de pensar soluções para toda a população.

Valente comentou pergunta feita pela jornalista Adriana Araújo ao candidato do PP, Paulo Maluf, sobre o projeto da Freeway (construção de 12 pistas sobre a Marginal Tietê para liberar o trânsito da cidade).

Enquanto Maluf afirmou que confia no seu projeto, Valente disse que as propostas do candidato do PP “fazem a alegria das empreiteras”. Valente lembrou também que não adianta dizer que vai solucionar o trânsito da cidade sem dialogar com o governo federal para interromper o subsídios às indústrias automobilísticas. “Nenhum candidato aqui tem coragem de dizer que chega de dar subsídio de R$ 3,2 bilhões para a indústria automobilística, para entupir as ruas de carros”, disse Valente.

Para ele, a solução para São Paulo é o transporte sobre trilhos. “E mais do que isso, é criar uma empresa pública municipal de transporte e acabar com o absurdo que é cobrar uma passagem de R$ 2,30 do trabalhador. Assim, só vai se perpetuar esta fábrica de veneno que virou São Paulo”, disse Valente.

“Precisamos de soluções para a maioria da população e não soluções que façam a alegria da indústria automobilística e das empreiteras”, reafirmou Valente.

Veja as propostas para transporte do Programa de Governo do PSOL/PSTU

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Candidatos à Prefeitura de São Paulo ficam frente a frente no terceiro debate televisivo

Ivan Valente saudou os expectadores do debate entre candidatos a prefeito da Rede Record afirmando que tem a independência necessária para propor um projeto diferente para a cidade

O candidato a prefeito da cidade de São Paulo, Ivan Valente, da coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo (PSOL/PSTU), saudou os expectadores do debate entre candidatos realizado peloa TV Record, afirmando que tem a independência necessária para propor um projeto diferente para a cidade.

“Este debate é crucial para mostrar as diferencas entre todos os candidatos. Aqui, estamos em pé de igualdade. As propostas dos candidatos são muito iguais, e nós queremos apresentar uma proposta diferente, a exermplo do que foi a candidatura a presidente de Heloisa Helena em 2006. Temos independêcia política para enfrentar os interesses dos poderosos e fazer as mudancas de que São Paulo precisa”.

Valente fez a afirmação no bloco inicial do debate.

Terceiro debate televisivo será realizado hoje, dia 28, e transmitido pela TV Record

Será realizado na noite de hoje, dia 28, o terceiro debate televisivo realizado entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo. O debate será realizado pela TV Record e transmitido ao vivo, a partir das 20h30. Os dois primeiros debates foram realizados pela TV Bandeirantes.

Para o candidato Ivan Valente, da coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo, essa é uma oportunidade importante de fazer o debate político, pois coloca os candidatos em pé de igualdade diante do público, sem privilégio de tempo e sem as “maquiagens” dos programas eleitorais, bancadas por financiamentos milionários.

Acompanhe a cobertura do debate no site www.ivanvalente50.com.br

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Debate entre os candidatos realizado pela TV Bandeirantes

12/9/2008
Já havia me decidido a votar em Ivan, sobretudo, pela bandeira ética defendida pelo partido. Mas ainda não conhecia o candidato, e o debate de ontem serviu apenas para confirmar o meu voto. Particularmente, a parte em que ele diz à candidata do PT que o partido dela mudou de posição, foi o ponto forte do debate na minha opinião. Embora as pesquisas não apontem um resultado muito favorável, como dizia o grande Winston Churchill, “temos de perseverar”.
Pedro

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12/9/2008
Profunda decepção ontem com a Marta. Perceber nitidamente que o projeto da Marta vai manter a saúde terceirizada com as OS’s foi uma grande decepção.

Nossa cidade demanda uma estrutura de saúde muito maior do que qualquer rede particular oferece hoje. O correto seria a cidade ter estrutura e organização tamanhas que servissem de exemplo para a iniciativa privada, e não o contrário. Agora vamos terceirizar, para gerir mais de 600 unidades de saúde, pequenos grupos que, isoladamente, não controlam mais do que 10 unidades cada um.

Não há argumentos que justifiquem essa entrega do dinheiro público. São Paulo precisa de um serviço de sáude forte, bem estruturado e bem financiado, com profissionais motivados e capacitados.

Se o dinheiro do SUS é o suficiente para a iniciativa privada atender a ainda obter lucros, é indiscutível que uma boa gestão pública teria capacidade de oferecer mais por menos. Por este único e fundamental ponto, desisti de votar na Marta no primeiro turno. Vou com o Ivan Valente.
Rafael Rodrigues

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12/9/2008
Ivan Valente, homem íntegro, autêntico, inspira confiança e de ideologia socialista forte, conforme sua história nos mostra, a pessoa correta para São Paulo e futuramente Brasil, meu voto será sempre dele…Boa sorte Ivan!
Alexandre

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12/9/2008
Vamos ser valentes e não desistir jamais. Vamos mostrar que a esquerda é muito forte e mostrar para aqueles que não acreditam em mudanças que ainda que existam falsos esquerdistas, o PSOL é a fonte de esperança que nos encoraja a acreditar na mudança.
Myckel Douglas Fernandez da Silva

Segundo Valente, é preciso mostrar aos eleitores que as candidaturas propostas pelos outros candidaturas apresentam propostas muito iguais.

Ao final do Debate da Band, realizado nesta quinta-feira, dia 11, Ivan Valente aproveitou para destacar que faz parte da única candidatura que tem um projeto diferenciado para São Paulo. Segundo Valente, é preciso mostrar aos eleitores que as candidaturas propostas pelos outros candidatos apresentam propostas muito iguais.

“A única proposta que tem uma outra visão e uma outra escolha política é a nossa. Nessas eleições existem muitos candidatos, mas apenas dois lados: o do poder econômico, dos candidatos que já tem nome, programa na TV, contratam milhares de cabos eleitorais, e o lado de quem não tem medo de enfrentar interesses poderosos. Que tem coerência política. É por isso que nos colocamos na coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo”, disse Valente.

Na contramão daqueles que tentam camuflar seus idéias e suas opções políticas apenas para convencer os eleitores, Valente fez suas considerações finais reafirmando que esta é uma candidatura de quem não tem medo de se declarar de esquerda. “O eleitor tem que decidir se quer votar em quem tem credibilidade política, coerência, ética e história. Gente que sabe começar de novo. Por isso quero cumprimentar todos os expectadores e dizer que esta é uma candidatura que não tem medo de ser socialista”, concluiu.

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Ivan Valente é entrevistado por jornalistas ao final do Debate da Band

“Sabotagem do Sistema Único de Saúde. É isso que está acontecendo na cidade de São Paulo”. Foi dessa forma que o candidato Ivan Valente, da coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo iniciou sua réplica à pergunta feita ao candidato Gilberto Kassab (DEM) sobre a saúde no município

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Valente usou o 4º Bloco do Debate da Band, realizado nesta quinta-feira, dia 11, para perguntar a Kassab se ele vai continuar desrespeitando a Lei 8080, que garante o Sistema Único de Saúde (SUS) e determina que as organizações privadas sejam apenas complementares ao sistema público. O atual prefeito de São Paulo disse que gasta mais com saúde do que determina a lei (15%) e garantiu que vai continuar repassando recursos públicos para a iniciativa privada.

Na última terça-feira, dia 9, a 3ª Vara Cível Federal, determinou que Prefeitura deve acabar com a contratação de entidades privadas para gerir as unidades de saúde do município de São Paulo. A decisão, da juíza Maria Lucia Lencastre Usaia, atingiu em cheio a política de privatização que vem sendo posta em prática pela gestão Kassab, com a gestão das unidades entregue à organizações sociais privadas, em especial a gestão da AMAs (Assistências Médicas Ambulatórias).

Segundo Ivan Valente, o sistema de saúde é considerado péssimo por cerca de 70% da população paulistana. Enquanto isso a Prefeitura continua terceirizando serviços e repassando recursos públicos à iniciativa privada. “Parceria é um nome bonito para transferência de recurso público para o setor privado. Isso se chama terceirização e privatização”, disse, questionando a transferência da gestão das unidades de saúde à iniciativa privada. “Nossa proposta é implementar o Sistema Único de Saúde 100% gratuito e para todos”, conclui Valente.

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