“Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia.”

Daqui algumas horas nosso blog sairá do ar em razão da legislação eleitoral.

Foram quase noventa dias desde o primeiro post até hoje.

Nesse período a campanha São Paulo é Valente travou uma árdua batalha.

Enfrentamos verdadeiras máquinas eleitorais movidas pelo financiamento privado do poder econômico, com marqueteiros a peso de ouro e milhares de cabos eleitorais pagos.

Enfrentamos a avassaladora propaganda de televisão que transformou e empacotou propostas, fabricou candidatos e tornou partidos antes opostos no espectro político em cópias mal-feitas da mesmice.

Enfrentamos a força dos partidos tradicionais da velha direita e da antiga esquerda, hoje mais e mais parecida com a direita.

Enfrentamos uma cobertura de mídia profundamente desigual. E ainda tivemos uma batalha com a toda poderosa Rede Globo que para defender seus inconfessáveis interesses mercadológicos repetiu seus dias de manipuladora de consciências como na época da ditadura militar.

Enfrentamos o ceticismo na política, resultado de uma campanha que primou pela falta de coerência, de alianças cujo único objetivo é a conquista do poder a todo custo, sem projetos e sem diferenças políticas substantivas.

Enfrentamos tudo isso. Mas, a campanha São Paulo é Valente fez uma belíssima travessia.

Travessia que mostrou para São Paulo questões não tratadas pelas outras candidaturas. Não fizemos promessas e procuramos deixar claro quais os interesses a contrariar para mudar esta cidade que é uma das metrópoles mais desiguais do mundo.

Travessia que recolocou na pauta do dia a necessidade da universalização de direitos na saúde, na educação, no transporte, na habitação. Fomos os únicos a apontar a necessidade de enfrentar o problema da dívida pública que seqüestra 13% do orçamento da cidade.

Travessia que demarcou com clareza e coerência política um projeto de esquerda, que não se rende ao jogo fácil da política tradicional e aos seus encantos.

Travessia que mostrou que a democratização dos meios de comunicação é urgente e necessária e que uma emissora toda poderosa não pode continuar ditando consciências e pisoteando a democracia em nome de seus interesses mercadológicos.

Travessia que colocou um debate incômodo a todas as candidaturas, ao fixar desde o início um teto modesto de gastos de campanha e se comprometer a ser financiada com recursos de pessoas físicas. Fomos os únicos que revelaram publicamente quem financia nossa campanha. Todos os demais candidatos silenciaram.

Travessia que tem nome e não tem medo de se chamar socialista.

Travessia…

Guimarães Rosa dizia pela boca de Riobaldo Tatarana que o real não se dispunha nem na saída, nem na chegada, mas no meio da travessia.

A campanha São Paulo é Valente mostrou que é possível fazer uma travessia com projeto político, com dignidade, com militância voluntária e generosa e com muitos ideais.

Assim, no dia 5 de outubro deixe a marca de um voto coerente, de esquerda, de esperança.

Faça a travessia conosco.

Vote Valente. Vote PSOL 50.

Leia matéria publicada na Folha de S. Paulo nesta sexta-feira, 03/10/2008.

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admin

O povo não é bobo

É impressionante o poder da TV Globo em nosso país. Da cabeça de seus diretores, brotou a idéia – que tentou-se transformar em verdade – de que debates eleitorais com mais de cinco candidatos são “pouco proveitosos”. Não bastasse tamanha subjetividade, a TV Globo julgou-se no direito de rasgar nossa Constituição e as obrigações que deve cumprir como concessionária de um serviço público, e saiu atacando a lei eleitoral, como vítima de uma falta de liberdade de imprensa que, sabemos, está muito distante da realidade dos fatos.

Não bastasse a nota mentirosa que faz circular pela imprensa nesta terça-feira, a TV Globo divulgou o mesmo conteúdo em formato de editorial, lido pelo jornalista Carlos Tramontina na 2ª edição do SPTV desta terça. A cena lembrou episódios nem tão antigos da vida da emissora, quando colocou seus “âncoras” para falarem a milhões de brasileiros, travestindo seus interesses privados de defesa da democracia.

É importante reafirmar: foi a Globo que não quis realizar o debate eleitoral, e não os candidatos que se recusaram a assinar um acordo que fere – este sim – a democracia nas eleições. Não quis porque há tempos já escolheu quem são os candidatos que julga merecerem o voto da população paulistana. Pluralidade partidária? Livre debate de idéias? Isso está longe dos princípios da emissora… Está longe da história que a Globo construiu nas últimas décadas, que teve início com o apoio e sustentação à ditadura militar em nosso país. Desnecessário relembrar episódios vergonhosos protagonizados pela emissora em processos eleitorais anteriores, como a velha conhecida edição do debate entre Lula e Collor em 89 e a perseguição permanente à candidatura de Leonel Brizola.

Agora, sem qualquer explicação plausível, o jornalismo da Globo, mais uma vez, presta um desserviço à população brasileira. São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Fortaleza tiveram seus debates cancelados pela direção da emissora porque candidaturas como a de Ivan Valente exigiram o cumprimento de seus direitos. Não quiseram brincar, como brinca a Globo, com a construção da democracia nos processos eleitorais.

Fora da televisão, a campanha São Paulo é Valente segue nas ruas da cidade, dialogando com a população e apresentando suas propostas para melhorar a vida das pessoas. Seguimos, como em toda a campanha, enfrentando interesses poderosos para mostrar ao povo paulistano os responsáveis pelos problemas da cidade. Entre eles, certamente, a falta de democracia nos meios de comunicação.

Clique aqui para assistir ao comunicado da Campanha São Paulo é Valente sobre o cancelamento do debate da Globo.

Ivan Valente fez a saudação final alertando aos eleitores para não votarem baseados em pesquisa; segundo Valente, as outras candidaturas não demonstram coerência e apresentam o mesmo projeto político

da Redação do site www.ivanvalente50.com.br

No encerramento do debate da Rede Record – que atingiu 13 pontos de audiência – Ivan Valente, da coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo (PSOL/PSTU) chamou a população a votar num projeto político e não levar em conta apenas aquilo que aponta as pesquisas. “Não levem em conta as pesquisas. Eleição não é para escolher competidor, eleição é para escolher projeto político. São Paulo merece uma escolha coerente, transparente, ética e com mudança social”, afirmou.

Segundo Valente, os candidatos mantiveram o debate na pancadaria e na superficialidade, quando na verdade não revelam que estão na defesa de um mesmo projeto. “PT e PSDB estão unidos em 20% das cidades brasileiras, até o partido da Soninha que se diz de esquerda, apóia a candidatura do Kassab, que é da direita e oriundo da ditadura militar. Não há coerência e ideais”, disse Valente.

“Nossa campanha é diferente. Feita com trabalho voluntário e consciente da nossa militância política, não por marqueteiros. É uma campanha que tem idenpendência política. Somos parte da única candidatura que se assume socialista e por isso queremos uma São Paulo solidária e participativa”, conclui.

CENAS DO DEBATE

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Ivan Valente antes de começar o debate da TV Record

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Os candidatos Ivan Valente (PSOL) e Renato Reichman (PMN), que faz sua revisão final

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O candidato Ivan Valente (PSOL) observa, enquanto Gilberto Kassab (DEM) responde à pergunta

Segundo Valente é preciso implementar o SUS e acabar com o repasse de recursos públicos à iniciativa privada; no 3º bloco ele também falou sobre financiamento de campanha, reafirmando que sua candidatura só recebe dinheiro de pessoas físicas para manter independência política e econômica

da Redação do site www.ivanvalente50.com.br

Na abertura do 3º Bloco do debate da TV Record, realizado entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, o candidato Ivan Valente foi questionado pela jornalista Cristina Lemos, que perguntou o que muda de fato em São Paulo, com a proposta de implementação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ivan Valente iniciou sua fala denunciando o fato de o sistema de saúde municipal ter passado por um processo de desmonte nas últimas gestões. Segundo Valente, é preciso implementar o próprio SUS, tendo em vista que, as últimas administrações privatizaram o sistema de saúde, transferindo recursos públicos à iniciativa privada.

“É um atentado aos direitos à saúde pública em São Paulo. Rigorosamente, a parceria com empresas devem ser feitas de forma complementar, para pesquisa e atendimento de complexidade, e não para transferir recursos públicos para iniciativa privada”, disse Valente.

O sistema de saúde pública precisa ser assumido pela municipalidade. Segundo o candidato da coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo, vários hospitais estão superlotados, e ao invés de se procurar soluções para melhor atender ao cidadão, o que se faz é transferir recursos para iniciativa privada.

Na réplica Paulo Maluf – escolhido pela jornalista para comentar a resposta de Valente – comparou o plano de saúde privado, bancados pelas empresas para atender aos funcionários, ao seu projeto de transferência de recursos a iniciativa privada o PAS. E interpelou Valente, afirmando que ele não teria experiências em administrações para falar como se deve ou não administrar São Paulo.

“Você não pode usar a sua experiência para fazer o mal para a população. Saúde não é negócio, não é mercadoria. O que foi feito na sua gestão, foi deixar milhares de médicos encostados nas secretarias de transporte e educação, esperando até chegar o governo Pitta para poder volta ao trabalho”, concluiu Valente.

Financiamento

Ainda no 3º Bloco, Ivan Valente, foi escolhido para comentar a resposta de Renato Reichman (PMN) sobre financiamento de campanha. A jornalista Adriana Araújo perguntou de onde vai sai o dinheiro que financia a campanha dele. Na sua resposta, Reichman disse que mais importante do que falar de onde sai o dinheiro é dizer o que se faz com ele.

No comentário Valente, aproveitou para reafirmar que sua candidatura foi a única que explicitou os doadores de campanha, antes das eleições, e independentemente do prazo previsto pelo Tribunal Regional Eleitoral (TER). Valente aproveitou para citar a campanha feita pelo programa CBN São Paulo, da Rádio CBN, de questionar os candidatos sobre os doadores de campanha.

“Quero deixar claro, mais uma vez, que quem financia nossa campanha são professores e intelectuais de esquerda, com Mauricio Segall, Celso Antônio Bandeira de Melo, entre outros. E que nossa campanha só recebe dinheiro de pessoas físicas. Não recebemos dinheiro de bancos ou de empreiteiras. Pois entendemos que o financiamento privado de campanha gera dependência econômica e política”, conclui Valente.

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Candidatos no 3º Bloco do Debate da TV Record

Questionado pelo candidato Ciro Moura sobre sua “posição estatizante”, Ivan Valente chamou de irresponsáveis os canditados que querem deixar a saúde nas mãos do mercado.

da Redação do site www.ivanvalente50.com.br

Ao final do segundo bloco do debate, Ivan Valente foi questionado pelo candidato Ciro Moura sobre sua “posição estatizante”. O candidato do PSOL agradeceu à pergunta:

“Acho excelente oportunidade essa para podermos desmistificar o que foi para a saúde, por exemplo, o PAS e desmonte do SUS, além das propostas de parcerias público-privadas que têm sido feitas”. Valente lembrou que hoje estas parcerias privadas representam 35% dos atendimentos no setor e retomou sua proposta de implementação do SUS. Para ele, é preciso que seja cumprida a lei 8080, nada menos que a Constituição Federal.

O candidato do PSOL também questionou o programa de governo de Ciro Moura:

“É um delírio. Rigorosamente eu não posso pedir ao cidadão que vá no melhor hospital e dizer que a prefeitura pagará a conta. Você está sendo irresponsável”.

E completou: “Ouvindo o Ciro acho que ele quer entregar o povo para a sanha assassina do mercado, seja na saúde ou na educação”, disse Valente. Coerente, o candidato do PSOL reafirmou que existe uma dívida pública imoral, que precisa ser auditada e suspensa. “Temos que cobrar os devedores e aí há dinheiro para saúde, educação moradia”, concluiu.

Veja as propostas para a saúde do Programa de Governo do PSOL/PSTU.

No primeiro bloco do debate, Ivan Valente afirmou que a solução para o transporte da cidade é a construção de transporte sobre trilhos (metrô e trem)

da Redação do site www.ivanvalente50.com.br

No primeiro bloco do debate entre candidatos a prefeito da cidade de São Paulo, o candidato da Coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo (PSOL-PSTU), Ivan Valente, afirmou que a solução para o transporte da cidade é a construção de transporte sobre trilhos, como metrô e trem, e criticou a políticas das últimas gestões, que atendem a interesses de poucos ao subsidiar a indústria automobilística em lugar de pensar soluções para toda a população.

Valente comentou pergunta feita pela jornalista Adriana Araújo ao candidato do PP, Paulo Maluf, sobre o projeto da Freeway (construção de 12 pistas sobre a Marginal Tietê para liberar o trânsito da cidade).

Enquanto Maluf afirmou que confia no seu projeto, Valente disse que as propostas do candidato do PP “fazem a alegria das empreiteras”. Valente lembrou também que não adianta dizer que vai solucionar o trânsito da cidade sem dialogar com o governo federal para interromper o subsídios às indústrias automobilísticas. “Nenhum candidato aqui tem coragem de dizer que chega de dar subsídio de R$ 3,2 bilhões para a indústria automobilística, para entupir as ruas de carros”, disse Valente.

Para ele, a solução para São Paulo é o transporte sobre trilhos. “E mais do que isso, é criar uma empresa pública municipal de transporte e acabar com o absurdo que é cobrar uma passagem de R$ 2,30 do trabalhador. Assim, só vai se perpetuar esta fábrica de veneno que virou São Paulo”, disse Valente.

“Precisamos de soluções para a maioria da população e não soluções que façam a alegria da indústria automobilística e das empreiteras”, reafirmou Valente.

Veja as propostas para transporte do Programa de Governo do PSOL/PSTU

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Candidatos à Prefeitura de São Paulo ficam frente a frente no terceiro debate televisivo

Ivan Valente saudou os expectadores do debate entre candidatos a prefeito da Rede Record afirmando que tem a independência necessária para propor um projeto diferente para a cidade

O candidato a prefeito da cidade de São Paulo, Ivan Valente, da coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo (PSOL/PSTU), saudou os expectadores do debate entre candidatos realizado peloa TV Record, afirmando que tem a independência necessária para propor um projeto diferente para a cidade.

“Este debate é crucial para mostrar as diferencas entre todos os candidatos. Aqui, estamos em pé de igualdade. As propostas dos candidatos são muito iguais, e nós queremos apresentar uma proposta diferente, a exermplo do que foi a candidatura a presidente de Heloisa Helena em 2006. Temos independêcia política para enfrentar os interesses dos poderosos e fazer as mudancas de que São Paulo precisa”.

Valente fez a afirmação no bloco inicial do debate.

Terceiro debate televisivo será realizado hoje, dia 28, e transmitido pela TV Record

Será realizado na noite de hoje, dia 28, o terceiro debate televisivo realizado entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo. O debate será realizado pela TV Record e transmitido ao vivo, a partir das 20h30. Os dois primeiros debates foram realizados pela TV Bandeirantes.

Para o candidato Ivan Valente, da coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo, essa é uma oportunidade importante de fazer o debate político, pois coloca os candidatos em pé de igualdade diante do público, sem privilégio de tempo e sem as “maquiagens” dos programas eleitorais, bancadas por financiamentos milionários.

Acompanhe a cobertura do debate no site www.ivanvalente50.com.br

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Debate entre os candidatos realizado pela TV Bandeirantes


Nas ruas do centro expandido de São Paulo, Ivan Valente recebeu apoio de eleitores durante a carreata realizada neste sábado, dia 27

A Campanha São Paulo é Valente reuniu na manhã deste sábado, 27, militantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e apoiadores da campanha de Ivan Valente à Prefeitura de São Paulo. Os militantes se concentraram próximo a Assembléia Legislativa de São Paulo, depois seguiram pelas avenidas Brasil, Teodoro Sampaio, Dr. Arnaldo e Heitor Penteado.

Durante a Carreata, Ivan Valente cumprimentou eleitores. Enquanto isso, nos carros de som que acompanhavam o percurso, alternava-se o Jingle da Campanha, o Rap da Periferia e as falas do locutor. “São Paulo não preciso de outro gerente para o mesmo projeto, precisa de um novo projeto construído com o povo”, falava o locutor.

Eleitores paravam os carros para cumprimentar Ivan Valente, que foi acompanhado pelos candidatos a vereador do Partido. “Pra nós é muito bom sentir a receptividade do povo de São Paulo. Isso mostra que nossa Campanha dialogou com os paulistanos e que vamos para a reta final com uma Campanha vitoriosa, que conseguiu mostrar que existe sim uma alternativa, existe sim uma proposta de esquerda para São Paulo e para o país”, afirmou Valente.

Também participara da carreata os candidatos a vereador Miguel Carvalho, Ednei do Depósito, Baltazar, Sérgio Nagamine, Cowboy do Asfalto, Adriano Peloso, Erivan, e a candidata Akiko Akiyama. A Carreata seguiu pelas avenidas Pompéia, Francisco Matarazzo, São João, Consolação, Paulista, Domingos de Morais, se encerrando na rua Carlos Petit, onde fica o comitê da campanha.

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Carreata para em cruzamento na Vila Madalena

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Ivan Valente com os candidados a vereador Eriva (à esquerda) e Miguel Carvalho (à direita)

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Miguel Carvalho e Akiko Akiyama, candidatos a vereador, ao lado de Ivan Valente

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